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Tweak says, "ROOOOOOAR"

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PSF ModSquad ([info]psf_modsquad) wrote in [info]potterslashfics,
@ 2007-12-16 19:55:00

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Entry tags:amigo oculto, nicolle

Feliz Aniversário, Nicolle!
De: Danna
Para: Nicole Snape
Título: Por causa de um pergaminho
Classificação: NC 17
Personagens: Fred Weasley / Severus Snape / George Weasley
Disclaimer: Essa história é baseada nos personagens e situações criadas pela J.K. Rowling, várias editoras e Warner Bros. Não há nenhum lucro, nem violação de direitos autorais ou marca registrada.
Avisos: Slash, menção de M-preg, AU, essa fic não seguira a linha de tempo dos livros, mas posso colcoar alguns fatos que aconteceram no decorrer do livro e ignorar outras completamente.
Resumo: Fred e George recebem um pergaminho pela manhã e não ficam muito felizes com isso.





Por causa de um pergaminho

Para George havia palavras que não precisavam ser ditas. Os gêmeos tinham uma linguagem só deles, olhares, cheiros e toques... Um sabia o que o outro queria só de se olharem. Eles não precisavam de mais nada, palavras eram totalmente supérflua para ambos.

Para Fred, existiam verdades que precisavam ser ditas, no mundo havia pessoas que se negavam terminantemente a perceber o óbvio, contudo ele estava ali para alertar algumas pessoas desavisadas.
George era sua outra metade, ou uma metade dele mesmo, uma parte de si que andava por vontade própria, uma parte de sua alma que ele não sabia se sobreviveria se algo acontecesse a ele. Fred preferia que se algo fosse acontecer de ruim, que fosse com ele, Fred sabia que era um pensamento egoísta, mas ele não podia evitar pensar assim.

Fred agia, George arquitetava, ambos se completavam. E não precisavam de mais ninguém eles viviam em um mundo só deles, onde poucos se aventuravam.


Os alunos que estavam no salão principal naquela manhã para tomar café, puderam presenciar uma cena que não se via todos os dias. Os gêmeos Weasley... nervoso se bem que nervosos era pouco para descrever os que os gêmeos sentiam naquele momento.

Todos sem exceção, sabiam que os gêmeos eram terríveis quando estavam alegres, aprontavam com quem eles quisessem sem ressalva e sabiam que eles, os gêmeos Weasley, poderiam ser demônios terríveis quando estavam nervosos. E não precisava ser necessariamente nessa mesma ordem.

Mas o que os alunos não sabiam, mas qualquer um deles daria seus braços, esquerdo ou direito ou qualquer parte do corpo, para saber o quê ou quem tinha deixado Fred e George naquele estado alterado.

George segurava seu irmão pelos braços, Fred esbravejava e xingava todos os tipos de nomes que faria com que a Sra. Weasley tivesse uma sincope. Fred tentava se soltar dos braços do irmão, ele tinha um pergaminho que ele balançava de um lado para o outro, como se aquele pedaço de papel fosse uma ofensa até a última geração da família Weasley. Claro, eles não ligavam muito para essas coisas de família, mas aquele pedaço de pergaminho parecia um insulto em pessoa.

- AQUELE FILHO DA PUTA! ELE ESTÁ ACHANDO QUE É QUEM? MANDAR UM PEGAMINHO E PRONTO?

- Fred, se acalme! – George havia soltado o irmão, ele também achava que aquele pergaminho era uma coisa absurda, mas havia várias formas de se lidar com aquela situação, e nenhuma delas incluía azarações ou maldições imperdoáveis.

– Podemos resolver isso de várias formas, não concorda? – George olhou para o irmão, e viu compreensão naqueles olhos tão iguais aos seus.

Os gêmeos olharam para mesa dos professores, e acharam quem procuravam. O alvo em questão viu dois pares de olhos com um brilho homicida o encarando, e se mexeu na cadeira incomodado, mas ninguém pareceu notar seu desconforto. Sabia que ia ter problemas, mas tinha feito a coisa certa, aquela situação já estava saindo fora de controle. Ele também sabia que podia esperar qualquer coisa, mas estava preparado, ele sabia muito bem lidar com aquele par de diabretes ruivos.

Harry Potter estava na mesa do café da manhã e viu quando uma coruja singular entregou um pergaminho para os gêmeos, e também viu quando Fred abriu e começou a ficar com as orelha vermelhas, igual ao Rony quando ele estava nervoso ou envergonhado.

Harry sabia que deixar Snape ou a Sra. Weasley zangados era algo que não se podia fazer sem sair incólume. Mas ver aqueles dois nervosos, não foi algo muito agradável de ver, e Harry preferia de todo coração não ver novamente, ele até tinha ficado com pena da pessoa que tinha criado tamanha ira naqueles dois. Que essa pessoa se preparasse, ela não sabia com quem tinha mexido, e tinha mexido com alguém em dose dupla.



Do lado de fora uma chuva torrencial caia não se podia ver nada pelas janelas do castelo. Só se via grossas gotas de chuva que açoitavam as janelas, e tudo lá fora era somente um borrão cinza.
O clima na escola estava sombrio e frio como a chuva que caia lá fora. Os alunos das casas da grifinória e da sonserina estavam tendo aula de poções. A sala estava mais fria do que costumava ser, os alunos puxavam as golas de suas blusas para cima para tentar amenizar o frio que sentiam.

Fred e George olhavam para o caldeirão e via uma fumaça preta subir, ambos eram ótimos em poção, mas esse fato era de conhecimento exclusivo deles, pois esse tipo de informação podia manchar a imagem que eles haviam levado vários anos para construir.

Eles usavam esse talento nato para desenvolver produtos para a futura loja de logros deles. Nem mesmo o professor Snape sabia do talento deles para poções, pois eles erravam todas as poções de propósito em todas as aulas.

O clima na sala estava pesado, mas não era por causa da chuva que caia lá fora. Alguns alunos mais sensíveis podiam perceber nuvens negras na sala, e também não era por causa dos caldeirões que fumegavam na mesa de cada dupla. Lee Jordan podia sentir algo no ar, ele olhou para os gêmeos Weasley na mesa ao seu lado, ele olhou para os amigos e fez uma pergunta muda mexendo somente os lábios sem emitir som algum.

- O que está acontecendo? – Mas só recebeu uma piscadela de ambos.

Snape andava pela sala olhando as poções dos alunos, de alguns ele reclamava dizendo que a cor da poção estava errada e de outros ele simplesmente usava um aceno de varinha e dizia: “Evanesco” fazendo com que a poção do caldeirão dos alunos sumisse e obrigando-os a começarem do zero.

George parou de seguir Snape com os olhos, e voltou a prestar atenção em seu irmão, e naqueles olhos tão idênticos aos seus ele viu algo brilhar, um brilho de expectativa, um brilho de antecipação, quase de euforia, George sabia que tinha chegado a hora, e sabia também que aquilo não ia terminar muito bem, com certeza iriam ganhar detenção, mas o que seria da vida sem algumas detenções?

- George? Você colocou todos os ingredientes da nossa poção no caldeirão? - Fred tinha uma expressão muito seria no rosto.

- Sim, caro irmão! Tudinho! – George mal conseguia disfarçar o sorriso.

- Estranho... – Fred levantou uma sobrancelha e olhou com ar interrogativo para o irmão. – O que as anotações do Sev... Ops o que as anotações do “Professor” Snape dizem sobre a coloração da poção?

George olhou para o quadro e fingiu focar as vistas e colocar um óculos invisível sobre os olhos para poder enxergar melhor, fato este que fez Fred perder o ar sério e colocar a mão por sobre a boca para esconder o sorriso que tinha se formado em seus lábios.

- Bem... – George começou meio hesitante. - Se meu óculos estiver vendo corretamente, diz que no final do cozimento a poção deve ter a coloração verde-musgo. – George mal conseguia conter o sorriso que se formava em seu rosto.

- Se você colocou todos os ingredientes, então por que nossa poção estava verde vômito ou seria amarelo vômito? – Fred já não disfarçava o riso. George fingiu pensar por um momento sobre a pergunta do irmão e disse logo depois.

- Hum... Será porque eu coloquei todos os ingredientes na ordem errada? – Ele mostrava um ar quase angelical de inocência.

Fred olhou para o irmão e não conteve mais o riso, deu uma gargalhada muito alta e puxou o irmão pelos ombros para um abraço.

- George, você é brilhante! – Fred afrouxou o abraço e beijou os lábios do irmão, e eles se separaram em tempo de ver Snape se aproximar da mesa de ambos.

- Que porcaria de poção é essa Sr. Weasley? – Snape tinha um tom de desdém na voz.

- Está perguntando para mim? – Fred se separou do irmão e se aproximou de Snape.

- Ou está perguntando para mim? – George falou por sobre o ombro do irmão. – Sabe, somos gêmeos idênticos e às vezes as pessoas confundem e somos os dois Weasleys! – George tinha um sorriso mal disfarçado no rosto.

Snape lançou um olhar tão gélido e assassino para os gêmeos que faria qualquer aluno querer estar cercado por vários Death Eathers junto um Voldmort totalmente possuído de ódio ao invés de ter sobre si o olhar que Snape dedicava aos gêmeos.

- Podem tirar esse sorriso idiota do rosto! – Snape apontou a varinha para a poção dos gêmeos, e disse. - Evanesco! E agora vocês têm somente vinte minutos para fazer uma poção que leva uma hora para ficar pronta, boa sorte! – E saiu com um sorriso sarcástico.

- Vocês têm somente vinte minutos para fazer uma poção que leva uma hora para ficar pronta! – Fred fez uma imitação de Snape que lembrava muito uma velha decrépita falando, ao invés de usar uma voz firme e muito grave que era característica marcante do professor. – Ah ele acha que é quem?? – George riu do comentário do irmão.

- Então, pronto para dar início ao nosso plano? – Fred olhou de forma divertida para George.

- Sim, senhor! – E começaram a tirar várias ervas da mochila. Fred cortava as ervas de forma eficiente, e passava para George colocar no caldeirão.

Nenhum aluno, a não ser Lee Jordan, percebeu que os gêmeos haviam tirado as ervas da mochila ao invés do estoque da sala de poções para refazer a poção. Ele não perguntou nada para os gêmeos, pois sabia que não receberia resposta, mas trocou de lugar com seu parceiro de aula, ficando próximo da parede e fora de alcance do que quer quê fosse que os gêmeos estivessem aprontando.

Depois de exatos dezenove minutos de preparo, a poção do caldeirão dos gêmeos estava vermelho sangue. Fred observou a poção e fez um ok com os dedos para seu irmão.

- Está pronto George? Está com o “fator” surpresa a postos?

- Sim, Senhor! Tudo pronto e andando conforme planejado!

Fred fez sua expressão mais inocente e levantou a mão. E está, foi logo vista pelo mestre de poções e ele levantou a sobrancelha em uma pergunta muda. Ele se dirigiu a mesa dos gêmeos, George observou que ele caminhava de forma lenta quase felina que se parecia muito com a imagem de um predador caminhando em direção a sua presa. Essa impressão não passou desapercebida pelos gêmeos, Fred tentava esconder seus sentimentos, mas estava difícil.

Snape se aproximava da mesa dos gêmeos, e sentia que algo estava muito, muito errado. Quando chegou próximo ele viu que a poção dos gêmeos estava de uma cor vermelho sangue.

- Acho que tem algo errado com nossa poção professor! – Fred disse a Snape.

- Mas que porcaria é essa? - E sem que ele notasse George jogou algo dentro do caldeirão deles. Snape tirou a varinha das vestes e antes que ele conseguisse fazer o movimento para o feitiço de limpeza, à poção do caldeirão dos gêmeos explodiu, cobrindo o mestre de poções dos pés a cabeça com a poção de Fred e George, e pelo fato de estar com a boca entreaberta para pronunciar o feitiço de limpeza, Snape engoliu parte da poção.

Parte da sala explodiu em gargalhadas e outra parte partiu para a briga, e o pandemônio foi geral na sala. E o silêncio foi estabelecido pelo grito de Snape pedindo silêncio.

- SILÊNCIO! Mais alguém foi atingido pela poção? – Todas as cabeças balançaram em negação. – Então, classe dispensada! Menos os senhores Fred e George Weasley! - E todos os alunos estavam indo embora, Lee Jordan olhou para Fred e George e desejou sorte para eles, Fred piscou e George sorriu para Jordan.
Fred se sentou e antes de George se sentar ele reparou que a roupa do professor Snape estava toda molhada e grudada ao corpo deixando evidente o ombro largo do professor. A roupa preta que o professor Snape sempre usava o deixava com um aspecto muito magro, coisa que ele não era, o fato de ser Death Eather de Voldmort e espião de Dumbledore havia ajudado um pouco. Ele parou de reparar no professor e sentou.

Snape estava sentando em sua mesa, tinha os cotovelos apoiados na mesa e tinha os dedos das mãos entrelaçados uns nos outros. Ele descruzou os dedos das mãos e aproximou dos gêmeos por sobre a mesa.

- Então, o que tinha naquela poção? – Ele lançou um olhar atravessado para os ruivos.

- Como assim? – Fred perguntou.

- Não sabemos do que o senhor está falando. – George completou.

- Vocês acham que eu sou o quê? Burro? – Fred e George se entreolharam e o olhar de cada um tinha um brilho de divertimento.

- Ainda não sabemos do que o senhor está falando!

- Então vamos desanuviar a mente de vocês! Por mais néscio que os senhores sejam, aquela poção não ficaria com aquela cor, mesmo colocando os ingredientes para mais, seqüência errada, ou mesmo deixassem de colocar algum ingrediente, ela não ficaria com aquela cor.

- Ainda...

- VOCÊS ACHAM QUE ME ENGANAM? – Snape gritou, os gêmeos encostaram nas costas da cadeira, pois tinham se assustado com a explosão de Snape. – A poção que iríamos fazer hoje, era uma pomada para queimaduras, se ela tivesse sido feita de forma errônea, eu estaria com a pele com queimaduras profundas, e eu não estou sentindo nada! Eu exijo que vocês me contem o que colocaram naquela poção! Eu sabia que vocês iriam aprontar alguma!

- Não sabemos do que o senhor está falando!

Snape se levantou e andou de forma devagar até chegar às costas dos gêmeos, colocou ambas as mãos nos ombros dos gêmeos e falou bem baixo próximo ao ouvido de cada um. E ao sentir a voz de Snape junto aos seus ouvidos Fred e George sentiram um arrepio correr por seus corpos.

Fred pôde sentir o cheiro de ervas que vinha dos cabelos do professor. Nos tempos em que era mais jovem, Fred acreditava que os cabelos ensebados de Snape tinham cheiro de excrementos de Trestals, mas descobriu tempos depois que estava enganado. Fred tocou a perna do irmão por debaixo da mesa. George soube que o irmão percebeu que Snape não seria o tipo de pessoa que seria ludibriada de forma tão fácil.

- Então não sabem do que estou falando? – A voz de Snape era fria e cortante como o aço. – Então, não vão se importar se eu marcar detenção sem tempo para terminar.

George virou o rosto e olhou para Snape com os olhos arregalados, Fred começou a sorrir de forma cínica, mas seu sorriso se desfez assim que escutou o resto da sentença de Snape.

- E vocês estão suspensos dos jogos e dos treinos de quadribol por tempo indeterminado!

- O QUE?? – Fred gritou. – Mas você não pode fazer isso!

- É SENHOR PARA VOCÊ! – Snape se alterou, mas voltou o tom de voz baixo e intimidador. – E eu não posso? Eu já fiz! E se os senhores se lembrarem do que fizeram naquela poção, os senhores sabem onde me encontrar! Espero os senhores na minha sala às vinte horas em ponto! Agora sumam daqui!

- SEU FILHO DA... – George gritou, mas foi parado por George.

- Vamos Fred, vamos embora daqui!

- Mas aquele...

- Vamos! – E George saiu arrastando o irmão para fora da sala antes que Snape se zangasse mais ainda e fizesse coisa pior, se é que tinha coisa pior que ficar sem treinar e jogar quadribol, mas se ele pensasse bem, existia coisa bem pior, mas ele preferia não pensar no assunto.

E eles não se falaram até chegar perto do salão principal, e quando chegaram Fred foi o primeiro a quebrar o silêncio.

- Você acha que ele vai levar aquela história de suspensão do quadribol?

- O que você acha? – George perguntou sorrindo para o irmão.

- É, não achei que ele ficaria tão bravo assim! Mas o que ele achou? Que ia se safar? – George riu de novo e abraçou o irmão o arrastando para o almoço.

No momento que avistaram a mesa da grifinória, eles viram Harry e se sentaram um em cada lado do moreno.

- Estamos suspensos por um tempo dos treinos de quadribol tá Harry? – Fred falou e mordeu um pedaço de torta.

- O quê? – Harry perguntou incrédulo.

- E dos jogos também! – George completou e mordeu um pedaço de coxa de frango.

- Como assim? – Harry perguntou novamente sem entender nada.

- Snape! – Responderam Fred e George em uníssono.

- Mas não será por muito tempo não é George?

- Sim, Fred! Por pouco tempo! – E antes que Harry pudesse fazer mais perguntas, Fred e George se levantaram e saíram.

- Peraí, como assim? Voltem aqui!!!!

Os gêmeos se foram sem nem ao menos olharem para trás.

Mais tarde naquele mesmo dia, os ruivos Weasley estavam sentados no salão Comunal da grifinória, George olhou para o relógio e viu que faltavam uns vinte minutos para as vinte horas.

- Será que devemos ir? – George perguntou, mas já sabia a resposta.

- Claro que não! Alguém deve vir para avisar que não precisamos ir!

E eles não esperaram muito tempo, depois de alguns minutos a professora McGonnal entrou no salão Comunal e chegou perto dos gêmeos.

- Senhores Weasley, os senhores tinham uma detenção marcada hoje com o professor Snape não é?

- Sim! – respondeu Fred sorrindo.

- Claro, professora! - George completou.

- Houve um pequeno contratempo e o professor Snape não vai poder aplicar a detenção hoje, mas amanhã vocês podem se apresentar a ele. Só mais uma coisa, QUE HISTÓRIA É ESSA DE SUSPENÇÃO DOS JOGOS? – Os alunos que estavam no salão Comunal naquele horário se assustaram com o grito da professora.

- Nós somos inocentes! – Fred e George responderam juntos.

- Só uma poção mal conduzida! – Fred disse.

- E o professor ficou um pouco irritado! – George parecia arrasado.

- Sei! – McGonnal disse, ela sabia da fama dos gêmeos da sua casa. – Espero que resolvam isso o quanto antes, o time de quadribol da grifinória não pode ficar sem seus dois batedores, seria terrível para o time! – Ela foi embora, mas não percebeu que deixou dois ruivos muito felizes para trás.

- Me explica uma coisa Fred? – George se virou para seu irmão, ele tinha a cabeça abaixada, ele estava anotando em um pedaço de pergaminho alguns nome de alunos que se dispuseram em ser cobaias de seus experimentos.

- Pergunte George, sou todos ouvidos! – Ele não levantou a cabeça, mas continuou as anotações.

- Porque testamos aquilo nele? – Fred levantou a cabeça e parou de escrever, olhou para seu irmão sem perguntar nada, mas George sabia o que ele queria dizer com aquele olhar. – Sei que já testamos em nós e funciona, e testar em meninas não seria legal, pois já sabemos o resultado, mas por que justamente nele. Como já testamos em nós, funciona em homem também, então por quê? – George se levantou e foi até a poltrona em que Fred estava.

- Não é obvio? – Fred largou o pergaminho e a pena de lado e deu total atenção ao seu irmão.

- Bem, sim... e não.

- Vingança! – Fred sorriu.

- Sim, disso eu sei! – George sentou-se no braço da poltrona que seu irmão estava sentado.

- Aquele filho da puta achou que mandando um pergaminho terminaria tudo assim? Sem mais nem menos? Sem nenhuma explicação? – Fred controlava a raiva que sentia.

- Mas fomos nós que começamos! – George ponderou.

- Sim, fomos nós, mas quem deu a detenção foi ele, e também foi ele que não conseguiu “ficar só olhando” naquele dia! – Fred enfatizou o ficar só olhando.

- É isso é verdade! – George ponderou novamente, e ele reparou estava ponderando demais, se sua mãe o soubesse, ela morreria de felicidade, então ele balançou a cabeça de um lado para o outro para ver se assim o que estivesse o fazendo ponderar daquela forma fosse embora.

Fred puxou seu irmão pela gola da blusa para mais perto, seus lábios se encontraram, ele se beijaram durante um tempo, mas a sensação dos lábios um do outro, só fazia aumentar a necessidade de mais contanto, Fred levou uma mão até as costas de George levantando sua blusa, mas George se afastou das mãos do irmão, Fred olhou para ele frustrado, mas mesmo sem ter perguntando por que ele tinha afastado ele sabia a resposta.

Eles não estavam em um local apropriado para fazerem o que estavam querendo fazer naquele momento. Os gêmeos não se importavam com o que as pessoas pensavam, mas eles achavam muito chato, ter que parar os movimentos pela metade porque alguém não era capaz de ficar só olhando sem atrapalhar ou entrar na festa.

Fred puxou o irmão pela mão e eles sumiram pelo buraco do retrato da Mulher Gorda.

Algumas horas mais tarde naquele mesmo dia, Fred estava deitado na cama do irmão, George dormia profundamente, eles dormiam juntos todos os dias desde que se entendia por bruxos.
Tanto Fred quanto George tiveram outras namoradas e namorados, mas era um nos braços do outro que eles se satisfaziam, pois sabiam o que cada um gostava, onde dava mais prazer ser tocado, cada um deles sabia de cor o corpo um do outro, o prazer que ambos se proporcionavam era imenso e poucas pessoas conseguiam superar essa união deles.

Eles algumas poucas vezes eles tentavam um trio, mas nenhuma pessoa conseguia acompanhar o ritmo deles, não era um e depois o outro, a pessoa teria que agüentar os dois juntos. E até uns meses atrás nenhuma pessoa tinha conseguido essa proeza.
Mas Fred se lembrava com riqueza de detalhes o dia que tinha acontecido, o dia que a dupla de amantes tinha virado um trio.


Era mais uma detenção que eles cumpriam, eles estavam pela enésima vez cumprindo detenção limpando a sala de troféus. Eles já tinham feito aquilo tantas vezes que já tinham perdido a conta.

Fred conseguia enganar o Filch lançando um feitiço de limpeza nas peças sem que o zelador percebesse, e enquanto os troféus eram limpos por magia, eles tinham muito tempo livre até a detenção acabar.

E eles passavam da melhor forma que gostavam. Os ruivos estavam em uma parte particularmente escura da sala de troféus, Fred tinha emburrado George contra um armário, o uniforme já estava aberto, gravata jogada ao chão, na sala podia se ouvir gemidos de prazer, eles procuravam mais contato um com outro. Fred beijava George com volúpia, vez ou outra ele deixa os lábios e ia até o pescoço do irmão deixando marcas vermelhas.

O ruivo mais velho abriu o zíper da calça do irmão e enfiou a mão ali, George arqueou o corpo de prazer, ele tentou fazer a mesma coisa com o irmão, mas foi impedido, Fred gostava de deixar seu irmão gêmeo louco de prazer, antes de deixar que ele o tocasse, ele bombeava o pênis de George com força, sentindo o irmão apertar seus ombros com muita força, que iria deixar marcas no dia seguinte, e ele soltava gemidos cada vez mais altos.

George estava quase gozando, e sabia por experiência que Fred iria parar de excitá-lo a qualquer momento, isso o deixava louco, mas deixava que o irmão fizesse com ele o que queria. O final era sempre muito bom, mas quem sabe dessa vez Fred o deixaria gozar agora? Já estava quase lá! Mas como das outras vezes ficou só no quase, o irmão parou de bombear e ele soltou um palavrão que fez que Fred gargalhasse, George o arrastou e o empurrou para o chão, ele abriu a calça do irmão com força arrebentando o zíper, ele se abaixou e levou o pênis de Fred a boca e começou a sugar, o irmão gritou de prazer, eles começaram um movimento de vai e vem.

O ritmo aumentava cada vez mais, até que Fred gozou dentro da boca do irmão, depois da respiração deles se normalizarem, George olhou para Fred e sorriu, ver a expressão de prazer que proporcionava ao irmão sempre lhe excitava. A respiração de Fred já tinha voltado ao normal, e eles iam trocar de lugar quando eles ouviram um outro gemido na sala em que estavam, ambos se olharam e perceberam que havia mais alguém além deles ali.

Fred olhou para um canto em que eles não haviam olhando antes, tinha uma pessoa sentada em uma poltrona olhando para eles, eles se aproximaram e para espanto dos gêmeos era o professor Snape, ele estava sentado na poltrona, ele massageava o membro ereto por sob a calça. Os gêmeos se entreolharam e foram em direção ao professor, George tirou a mão de Snape que bombeava o próprio membro e a afastou dali, e ele continuou a fazer o que o professor de poções estava fazendo.

Fred e George acharam que com isso intimidariam o professor, mas se enganaram e muito, aquela noite foi fantástica, Snape era um amante fabuloso, não tinha hesitação em seus movimentos, eram sempre precisos e firmes. Eles transaram naquela noite várias vezes.

No dia seguinte era um sábado, por sorte não havia aula, pois os gêmeos acordaram muitas horas depois das quatro horas da tarde. E houve muitas noites depois daquela.

Se os gêmeos esperavam alguma mudança no comportamento do professor por causa dessas noitadas eles se enganaram, Snape os tratava como sempre, como crianças sem cérebros. Mas à noite, a história era outra.

Eles nunca sabiam quando Snape apareceria, era sempre surpresa, quando eles menos esperavam, quando eles estavam em alguma sala vazia, o mestre de poções apareceria do nada, como se brotasse as terra, e se juntava aos gêmeos.


E isso agora aparentemente havia acabado, Fred ficava com raiva só de lembrar, um pergaminho escrito:

“Acabou,

SS”

E só! Ele achava que podia simplesmente decidir as coisas assim? Eles estavam juntos por vários meses, e agora um simples pergaminho? Eles haviam transado na noite anterior e na manhã do dia seguinte ele manda aquele pergaminho? Ah mas ele ia ver com quem ele tinha se metido!

No dia seguinte pela manhã os gêmeos procuraram por Snape na mesa dos professores, e ele não estava.

Eles se olharam e sorriram de forma maquiavélica.

Eles teriam aula de poções só dali a três dias.

E nos dias que se seguiram, o comentário que se ouvia era que o professor Snape andava muito mal, que ultimamente passava mal nas aulas. E as detenções com os gêmeos eram sempre adiadas, e Snape não os procurava para perguntar nada.

No dia de aula de poções dos gêmeos, Snape estava lá, sua aparência não era das melhores, Fred sorria de orelha a orelha, George só balançava a cabeça era tão simples, por que ele não se explicava e pronto?

Durante a aula Snape não abordou os gêmeos em nada, e nem chamou a atenção deles, mas foi no final da aula que o mestre de poções resolveu aparentemente deixar de ignorar a presença dos gêmeos na sala.

Ele havia liberado os alunos, menos os Weasley.

E ele começou sem rodeios.

- Vocês não têm nada para me falar não? – Snape parecia ter dificuldade de controlar sua raiva.

- Acho que não! – Fred disse. – Você tem George?

- Não, Fred, nadinha! – George fingia desdém.

- O que vocês querem para falar? – George riu ao ouvir a pergunta do professor.

- Que tal começar com aquele pergaminho? – Fred cruzou os braços sobre o peito.

- Não é obvio? Achei que tinha sido bastante claro nele! – Snape cuspia as palavras, ele se sentia
tonto, enjoado, cansado e tinha várias dores abdominais que o estavam deixando maluco, o cheiro de comida de manhã o estava enlouquecendo.

Ele tinha feito várias pesquisas quando os sintomas aliviavam, mas nada do que ele conhecia produzia aqueles sintomas.

- Claro? Claro? Você ta maluco? Aquele pedaço de pergaminho não dizia nada! Não explicava nada!

- Não achei que vocês fossem tão obtusos, sou professor de vocês, isso não pode continuar. – Ele disse sentindo uma onde de náusea o acometer. Ele respirou fundo e tentou se acalmar.
George e Fred riam das reações de Snape.

- Ah, mas quando você estava lá gozando com a gente, você não levou muito á sério essa coisa de aluno e professor. – Snape tinha vontade de matar aqueles dois diabretes.

- O que diabos em nome de Merlin vocês colocaram naquela poção? – Snape se sentou sentindo uma tontura muito forte.

George olhou para Fred e fez um gesto de cabeça indicando para o irmão contar o que sabia.

- Bem, não ficamos muito contentes com aquele pedaço de pergaminho, então resolvemos nos vingar e trazer você de volta, sentimos a sua falta, não é George?

- Sim, muita! – George ria.

- Seus filhos da P...

- Ohh Não fala mal da mamãe não! Ela é uma mulher direita!

- Abram logo o bico! O que puseram naquela maldita poção?

- Bom, é uma poção fertilizante, para gravidez masculina, sabíamos que você não iria voltar por bem, mas quem sabe com um bebê nosso? – Fred ria como se tivesse dito algo muito obvio.

- Isso não existe! – Snape olhava de um para o outro incrédulo.

- Orelhas extra-sensíveis também não existiam, mas nós inventamos não é Fred?

- Sim, George!

Snape analisava os sintomas, e tudo batia, ele começou a ficar apavorado, quando ouviu a gargalha estridente dos gêmeos.

- SEUS FILHOS DA PUTA! – Snape esbravejava.

- Oh não xinga a mamãe, já falei!

- Como pude ser tão obtuso e se quer cogitar que essa possibilidade fosse verossímil! – Os gêmeos ainda continuavam morrendo de rir. – Falem logo seus diabretes!

- Nada... – Fred ria muito ainda. – É um produto que estamos desenvolvendo, ainda não demos um nome, talvez um “Golpe da barriga falsa” é interessante não é?

- Quando essa porcaria vai passar? – Snape não achava graça nenhuma.

- Sua dosagem foi pouca então já deve estar passando, mas o normal deve ser um mês!

- Vocês irão ver comigo! – Snape dizia de forma perigosa.

Fred se aproximou de Snape, George trancou a porta com um feitiço.

- Ora Severus! Leve na esportiva! – Ele se aproximou mais e pressionou seu corpo contra o do professor.

- Já disse que não vou ter mais nada com alunos. Posso ser expulso se for descoberto, ou coisa pior.

- E se nós não fossemos mais alunos? – Fred perguntou

- Sim, se não fossemos mais seus alunos? – George perguntou também.

- Ai não teria problema! Mas creio que terão que esperar alguns anos para isso. – Snape sentia o desconforto diminuir, o efeito daquela poção idiota dos gêmeos estava passando.

- Podemos dar um jeito nisso não é, George? – Fred abria o casaco do professor.

- Claro! Podemos sim! – George abraçou o irmão por trás.

- Mas até sairmos, acho que merecemos uma despedida descente? Não? – Ele levou as mãos até o membro de Snape e começou a estimulá-lo.

- Seus demônios!

Fred e George riram, e aquele foi mais um dia de divertimento para eles, e até que eles conseguissem um jeito de se formarem antes do tempo, ou algo do gênero, eles não deixariam de transformar a vida do professor de poções um inferno.


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[info]ex_nicolle240
2007-12-16 11:08 pm UTC (link)
Meu presente!

*aperta a fic e a Danna*

Os gêmeos aprontando com o Sev é tão lindo *.*

Amei, Danna! Muito obrigada!

*vai correndo para o post de revelação*

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[info]karlamalfoy
2007-12-17 02:35 pm UTC (link)
*__*

Que bom que gostou... *rodopia pela sala*

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[info]kirina_malfoy
2007-12-16 11:40 pm UTC (link)
o.o snape e twincest!

*cai para o lado*

gostei rs

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[info]karlamalfoy
2007-12-17 02:36 pm UTC (link)
Gostou??

\o/

I'm happy!!!!

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[info]alis_clow
2007-12-17 04:46 pm UTC (link)
É por isso que eu digo

Twincest is <3!

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[info]alis_clow
2007-12-17 04:47 pm UTC (link)
Era "Twincest is LOVE

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